Tempo para o evento:
Detalhes
Após o sucesso de Helena Blavatsky, a voz do silêncio,
Chega a Santo André no palco do Teatro Municipal Maestro Flavio Florence, o novo texto da filósofa Lúcia Helena Galvão nos dias 14 e 15 de março de 2026
“ÂNIMA”
Com Beth Zalcman e Encenação de Luiz Antonio Rocha
ÂNIMA é uma ode às mulheres que, através de suas batalhas e conquistas, iluminaram os caminhos da humanidade”,
Álvaro Tallarico, Diário do Rio
“Desde sempre e para sempre toda mulher tem parentesco com a primeira estrela brilhante que levou luz ao azul profundo do céu”. A frase, da filósofa Delia Steinberg Guzmán inspirou a autora Lúcia Helena Galvão, em seu terceiro texto para teatro, a escrever ÂNIMA. A peça foi especialmente criada para a atriz Beth Zalcman, retomando a parceria de sucesso iniciada com Helena Blavatsky, a voz do silencio, visto por cerca de 70 mil pessoas e que rendeu a Beth Zalcman o Prêmio Cenym de Melhor Atriz em 2023. Luiz Antônio Rocha, que assina a encenação de Helena Blavatsky, repete a parceria com a autora e a atriz.
O texto traz o desafio de reunir seis mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas como Joana Darc, Simone Weil, Helena Blavatsky, Harriet Tubman, Marguerrit Porret e Hipatia de Alexandria. Para unir as personagens uma tecelã ocupa o palco tecendo histórias que deixaram uma marca indelével no curso da humanidade. A ancestralidade da fala se contrapõe com o uso da tecnologia e inova com o uso de drones transportando o público para um evento transformador.
“A encenação de Luiz Antônio Rocha é uma sucessão de acertos. A iluminação é um personagem que, durante todo o tempo das diversas personagens, cria mais do que um diálogo.
É capaz de ressignificar a corriqueira expressão "dar à luz" para maternidade e criar um espaço cênico de uma beleza rara”,
Claudia Chaves, Correio da Manhã
“Quando Lúcia me entregou o texto ÂNIMA, ela me disse: nele estão seis mulheres que marcaram a minha vida. “Fiquei curiosa, emocionada, ansiosa, e na primeira leitura compreendi que eu viveria uma experiência profunda e bela. Mulheres distintas vindas de tempos e espaços distantes, mas conectadas pelo desejo de fazer a vida valer a pena para todos. Para descobri-las tive que mais uma vez mergulhar no meu silêncio, como aprendi com Blavatsky” diz a atriz Beth Zalcman.
“Beth Zalcman nos brinda, e encanta, com seis interpretações impecáveis. A cada uma das personagens, imprime uma identidade singular, contudo mantém, em todas, uma característica que admiro deveras: o falar pausado, com muitas variações de tonalidade. Beth saboreia e valoriza cada vocábulo. E quem ganha com isso é o espectador”,
Gilberto Bartholo, O Teatro Me Representa
"A coragem e a resistência à adversidade são características inerentes a muitas mulheres, especialmente quando o amor e a compaixão estão em jogo”, afirma a autora Lucia Helena Galvão, que completa: “Este é um belo 'arsenal' de habilidades femininas. Embora não pretendamos esgotar todo o potencial feminino com essa breve reflexão, queremos destacar o poder transformador que as mulheres trazem consigo. Elas preenchem muitos dos 'vazios' que tanto afligem a humanidade, e é fundamental reconhecer e valorizar suas contribuições”.
A primeira personagem é a corajosa e autêntica filósofa francesa Simone Weil, séc. XIX, dotada de uma capacidade ímpar de ver simbolicamente a vida e aprofundar-se em seus segredos mais íntimos. Segue com a inesquecível heroína e Santa Joana D’Arc, séc. XIV, condenada à fogueira pela igreja católica e canonizada pela mesma igreja.
“Em comum entre nós somente essas estreitas cordas tão visíveis em mim, lacerando-me a pele, e as que trazeis dentro de vós sutis ocultas, mas que vos laceram a alma com muito maior intensidade”.
A peça segue com a escritora Helena Blavatsky, séc XIX, duramente condenada por seus contemporâneos, por sua ousadia e originalidade, por sua irreverência e determinação; também entra em cena a brilhante Harriet Tubman, sec XVIII, mulher escravizada foragida que libertou muitos outros companheiros da escravidão, se tornou símbolo da luta contra o trabalho escravo nos EUA. Ficamos de frente com Marguerite Poret, a grande pensadora e mística do séc. XIII, que nos legou a reconhecida obra “Espelho das Almas Simples...”, que lhe rendeu uma condenação à morte na fogueira:
” ... compreenda aquele que me ouve que eu já não sou a mística que honra o bem, eu sou o próprio bem...e levo para a fogueira as minhas convicções...pois compreendo profundamente que amar é servir...”
Ao final dessa jornada, encontramos, no séc. IV, Hipátia de Alexandria, uma incansável investigadora, que foi vítima do fanatismo de seu tempo, conhecida como a primeira matemática documentada na história.
ÂNIMA é uma peça que fala da alma feminina. Beth é uma atriz extraordinária que mergulha e responde às propostas com muita rapidez. O texto da Lúcia vem imbuído de provocações e possibilidades. Me sinto um diretor de alma feminina, trabalhando com duas supermulheres, festejando minha terceira parceria com Beth e Lúcia”, completa o diretor.
Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo, ÂNIMA chega agora ao palco do Teatro Municipal Maestro Flavio Florence para duas apresentações nos dias 14 e 15 de março de 2026.
SINOPSE:
“ÂNIMA” é uma história sobre mulheres que mudaram o curso da história da humanidade contada por uma tecelã. Ela entrelaça os fios da vida em busca de sua ancestralidade feminina dando voz a mulheres idealistas e pensadoras, como: Joana d'Arc, Hipátia de Alexandria, Marguerite Porete, Helena Blavatsky, Harrite Tubman e Simone Weil. Cada fio conta uma história, que escrito nas estrelas, ecoa através dos séculos
SERVIÇO:
Duração: 60 min.
Recomendação: 12 anos
Gênero: Biográfico e filosófico
Teatro: Municipal de Santo André
Datas: 14 de março (sáb) às 20h e dia 15 de março as 18h
Endereço: Praça Quarto Centenário s/n, Santo André, Estado de São Paulo 09015-080 Brasil
Duração: 75 minutos.
Classificação: 12 anos
Teatro Municipal Maestro Flavio Florence
Endereço: Praça IV Centenário, 01 - Centro
Telefone: (11) 4433-0789
Ingressos: Sympla
Valor: R$140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia)
Bilheteria: Somente no dia do espetáculo, duas horas antes.
ÂNIMA
FICHA TÉCNICA:
Argumento e texto original: Lúcia Helena Galvão
Interpretação: Beth Zalcman
Encenação: Luiz Antônio Rocha
Projeto de luz: Ricardo Fujii
Figurino: Thanara Shornadie
Cenário: Luiz Antônio Rocha e Toninho Lobo
Trilha sonora: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha
Sonoplastia: Anderson de Almeida / TAKE
Preparação corporal: Miriam Weitzman
Visagismo: Neandro
Fotos: Marcelo Estevão – Modus Focus / Flavia Canavarro / Jow Coutinho / Leandro Moraes
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Gestão Redes sociais: CulturaLab, do grupo Top Na Mídia
Gestão e Elaboração leis de incentivo: Lilian maia
Direção de Produção: Luiz Antônio Rocha
Realização: Espaço Cênico, Mímica em Trânsito e Teatro em Conserva
SOBRE LÚCIA HELENA GALVÃO:
Lúcia Helena Galvão é uma filósofa, professora, escritora, poetisa, conferencista e voluntária há 35 anos de experiência na organização Nova Acrópole do Brasil. Na instituição, ela ministra aulas e palestras abordando diversos temas relacionados à Filosofia. Seus temas de estudo trazem a filosofia para um nível prático e aplicável, estabelecendo conexões entre conhecimentos antigos e a atualidade. Seu trabalho consistente atrai uma audiência global, com milhares de pessoas acompanhando seus livros ou escutando suas palestras. As produções criativas e filosóficas de Lúcia Helena compartilham conhecimentos adquiridos com muito estudo e dedicação, visando auxiliar as pessoas a crescerem e se tornarem seres humanos melhores.
SOBRE BETH ZALCMAN:
Beth Zalcman é atriz e autora, acaba de ganhar o Prêmio Cenym 2023 de melhor atriz com o monólogo Helena Blavatsky a voz do silêncio, que apresenta por todo país aclamado pela crítica e público. Atuou em Reis - record/ em Desalma -Globoplay/ D Vitória / Conspira e Globoplay. Séries Tudo de Bom e Todo dia a mesma noite. Na peça Brimas, indicada ao Prêmio Shell 2015 melhor texto com grande sucesso de público e crítica. Integrou o elenco de “Amor sem Igual”, “Jezabel“, Apocalipse, na tv Record, Sob Pressão (3 temporadas) e Órfãos da Terra, Insensato Coração, Joia Rara, Velho Chico entre outras, na TV Globo. Estreou longas: Solteira quase surtando e Jovens Polacas. Foi D. Marisa no longa “Polícia Federal, a lei é para todos”. 40 anos de carreira artística. Estuda a técnica MICHAEL CHEKHOV de atuação no curso David Zinder Tel Aviv-2019 /no International Michael Chekhov Woskshop and Festival- Nova York- 2014 / - MASTER CLASS com LENARD PETIT, RJ - 2015 etc. Formada em Comunicação pela FACHA.
SOBRE LUIZ ANTÔNIO ROCHA:
Luiz Antônio Rocha começou sua carreira como ator no teatro Tablado tendo sido dirigido por Maria Clara machado em “O Dragão verde”. Atua em todos os segmentos artístico-culturais, criando e produzindo projetos para todos os perfis de público. São quase 40 anos dedicados à produção de qualidade com temáticas relevantes. Além das peças de teatro Luiz Antônio Rocha é considerado pela Revista Veja como um dos melhores diretores de elenco do mercado de Tv e Cinema, tendo produzido o elenco de centenas de comerciais nacionais e internacionais, filmes, novelas e minisséries. No audiovisual destacam-se: “Mandrake”, “O Brado Retumbante”, “Laços de Família”, “Mulheres Apaixonadas”, “Presença de Anita”, “A Lei e o Crime”, “Vidas Opostas”, “Seven years in Tibet” de Jean- Jacques Annaud, “Le Jaguar” de Francis Veber, “Anjos do Sol” de Rudi Langman e “A Mulher do meu amigo” de Domingos Oliveira, “Velho Chico”, de Benedito Ruy Barbosa, “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum - ambos com direção de Luiz Fernando Carvalho para a TV Globo; “Retrato de um certo Oriente” de Marcelo Gomes entre outros. Em teatro dirigiu as seguintes peças: "Eu te darei Céu" em 2007, de Nanna de Castro e "Uma Loira na Lua" em 2004, sucesso de público e crítica. A peça foi considerada por Flávio Marinho no seu livro “Quem tem medo de besteirol” como um dos reiventores do gênero. Em 2011: "A História do Homem que ouve Mozart e da Moça do Lado que escuta o Homem", de Francis Ivanovich que participou das mostras oficiais dos Festivais de Curitiba e Porto Alegre de 2011. Em 2014: "Frida Kahlo, a Deusa Tehuana" (em cartaz até hoje); Em 2015; “ Brimas” de Beth Zalcman e Simone Khalil; em 2018 escreveu e dirigiu ZILDA ARNS, A DONA DOS LÍRIOS e “ Paulo Freire, o Andarilho da Utopia sobre o patrono da Educação Brasilieira pelo qual foi indicado ao prêmio Shell na categoria Inovação; Em 2019: “Helena Blavatsky, a Voz do silêncio” com texto da filósofa Lucia Helena Galvão. Em 2022 O Profeta, uma releitura filosófica por Lúcia Helena Galvão.
Ingressos disponíveis em https://bileto.sympla.com.br/event/114982