A Alma Imoral em Aracaju

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Detalhes


Espetáculo
“A Alma Imoral”, de Clarice Niskier, celebra 20 anos em cartaz e
chega a Aracaju para apresentação especial no Teatro Atheneu



Um dos maiores fenômenos do
teatro brasileiro contemporâneo, o espetáculo
A
Alma Imoral

completa
20 anos
ininterruptos em cartaz

em 2026 e segue emocionando plateias por todo o país. Protagonizado
por
Clarice Niskier,
o premiado monólogo já assistido por mais de 800 mil espectadores,
com apresentações em mais de 24 cidades brasileiras e diversas
temporadas de sucesso, chega a
Aracaju
para apresentação no dia
28
de agosto (sexta-feira), às 20h, no Teatro Atheneu
.



Baseada no livro homônimo do
rabino
Nilton
Bonder
, a montagem
que tem supervisão de direção de
Amir
Haddad
, é uma
adaptação assinada pela própria atriz e propõe uma profunda
reflexão sobre temas universais como ética, moral, tradição,
liberdade e transgressão. Com linguagem direta e provocativa, o
espetáculo desconstrói conceitos milenares da civilização,
abordando dualidades como corpo e alma, certo e errado, obediência e
desobediência.



Sozinha em cena, Clarice
estabelece uma relação íntima com o público, rompendo a chamada
“quarta parede”. Para contar histórias e parábolas da tradição
judaica, utiliza apenas uma cadeira e um grande pano preto que,
concebido pela figurinista Kika Lopes, se transforma em oito
diferentes vestes – mantos, vestidos, burcas e véus. O espaço
cênico, criado por Luis Martins, é limpo e remete a um longo
corredor em perspectiva.



Em 2026, A Alma Imoral celebra
20 anos ininterruptos em cartaz – um feito raro no teatro
brasileiro. A trajetória começou em junho de 2006, no Rio de
Janeiro, em uma pequena sala de apenas 50 lugares. Logo depois,
seguiu para um teatro de 400 lugares, onde chegou a ser apresentada
de terça a domingo. Desde então, percorreu o Brasil em turnês por
teatros de Norte a Sul, consolidando-se como uma das obras mais
marcantes da cena teatral contemporânea.



A adaptação de Clarice
Niskier para A Alma Imoral também já ultrapassou fronteiras:
recebeu várias propostas de montagem no exterior, teve seus direitos
cedidos para a Espanha em 2007 e ganhou uma montagem na Argentina em
2010, quando esteve em cartaz no Teatro Payró, em San Martin, Buenos
Aires.



Ao longo de sua trajetória, a
peça acumulou importantes reconhecimentos, em seu primeiro ano, três
indicações ao Prêmio Eletrobrás de Teatro (Melhor Atriz, Melhor
Peça e Melhor Figurino) e, no segundo ano, duas indicações ao
Prêmio Shell (Melhor Atriz e Melhor Figurino), vencendo na categoria
de Melhor Atriz. Também foi contemplada em 2007 pelos Prêmios Caixa
Cultural e Caravana Funarte de Circulação Nacional de Teatro, além
de receber em 2008 o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz.



No teatro é sempre a
primeira vez. Quando me perguntam como é possível fazer uma peça
tanto tempo sem se cansar, eu respondo: assim como é possível amar
tanto tempo a mesma pessoa sem se cansar. Nesse caso, o tempo é
muito subjetivo. Se a relação está viva, está viva. Dá trabalho,
mas não cansa. Assim é na Alma Imoral. Eu amo esse trabalho, esse
texto. Que vocês se sintam vivos diante de mim. Assim como tenho
vontade de me sentir diante de vocês: viva”, afirma Clarice
Niskier.



Celebrando duas décadas de
sucesso,
A Alma
Imoral
reafirma sua
força como uma obra atemporal, capaz de provocar, emocionar e
despertar reflexões profundas sobre o comportamento humano.



PRÊMIOS E NÚMEROS









  • Vencedora do Prêmio Shell RJ
    2007 de Melhor Atriz



  • Mais de 800.000 espectadores



  • Apresentações em mais de 24
    cidades brasileiras



  • 3 indicações ao Prêmio
    Eletrobrás de Teatro 2006



  • 2 indicações ao Prêmio
    Shell RJ 2007 (melhor atriz e melhor figurino)



  • Prêmio Caixa Cultural 2007



  • Prêmio Caravana Funarte de
    Circulação Nacional de Teatro 2007



  • Prêmio Qualidade Brasil SP
    2008 de Melhor Atriz



  • Projeto selecionado pelo FATE
    2012 para Circulação no Município do Rio de Janeiro



  • Projeto selecionado pelo
    Edital Petrobras Circulação Nacional 2014 Teresina / Maceió



  • Participação em dezenas de
    Festivais de Teatro pelo país



  • Participação em dezenas de
    eventos corporativos



  • Temporada de mais de 10 anos
    em SP no Teatro Eva Herz



  • Estimada em mais de 3.600
    apresentações desde a estreia em 2006



  • Primeira peça a se
    apresentar na zona sul do RJ em outubro de 2020 para 10% da plateia
    quando a pandemia de covid-19 deu uma pequena trégua











FICHA TÉCNICA

Autor
do livro “A Alma Imoral”:

Nilton Bonder
Adaptação,
Concepção Cênica e Interpretação:

Clarice Niskier
Supervisão
de Direção:
Amir
Haddad
Cenário:
Luis Martins
Figurino:
Kika Lopes
Iluminação:
Aurélio de Simoni
Música
Original:
José
Maria Braga
Preparação
Vocal:
Rose
Gonçalves
Direção
de Movimento:

Márcia Feijó
Preparação
Corporal:
Mary
Kunha
Cenotécnico,
Operador de Luz e Som:

Carlos Henrique Pereira
Fotos:
Dalton Valério, Elenize Dezgeniski e Letícia Vinhas
Programação
Visual:
Studio C e
Carol Tuluois
Direção
de Produção e Coordenação do Projeto:

José Maria Braga
Realização:
Niska Produções Culturais
Assessoria
de Imprensa:

JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany








CLARICE NISKIER








Clarice Niskier estreou no
Teatro Tablado em 1981, na peça "Tambores na Noite", de
Bertold Brecht, sob a direção de Dina Moscovici, no Rio de Janeiro.
Em seguida, foi convidada a participar da peça "Porcos Com
Asas", de Mauro Rádice e Lidia Ravera, sob a direção de Mario
Sérgio Medeiros, interpretando a sua primeira protagonista, em 1982,
no Teatro Cacilda Becker.








Trabalhou na Companhia "Tem
Folga na Direção", sob a direção de Antônio Pedro nas peças
"Cabra Marcado Pra Correr", (Judas em Sábado de Aleluia),
de Martins Pena, e “Tá Ruço no Açougue” (Santa Joana dos
Matadouros), de Brecht. Ainda nos anos 80, trabalhou com o Grupo
Pessoal do Despertar, no Parque Lage, atuando na peça "O
Círculo de Giz Caucasiano", também de Brecht, sob a direção
de Paulo Reis; com a premiada diretora do Grupo Navegando, Lucia
Coelho, trabalhou em diversas peças infantis; com Bia Lessa,
trabalhou na peça "Os Possessos", de Dostoievski, e com
Amir Haddad, em "Faces, o Musical".








Nos anos 90 atuou na peça
“Bonitinha, Mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues, sob a direção
de Eduardo Wotzik e em seguida na peça “Confissões das Mulheres
de Trinta”, texto coletivo, sob a direção de Domingos Oliveira.
Com estes dois diretores desenvolveu uma longa parceria. No Centro de
Investigação Teatral, dirigido por Eduardo Wotzik fez o papel
título de "Yerma", de Federico Garcia Lorca, "Tróia",
de Eurípedes, que lhe valeu as indicações para os Prêmios Shell e
Mambembe de Melhor Atriz em 1993. E atuou em seu primeiro monólogo:
"Um Ato Para Clarice", coletânea de textos de Clarice
Lispector, roteiro de Eduardo e Bianca Ramoneda, além de atuar
também na peça "Equilíbrio Delicado", de Edward Albee.
Com Domingos Oliveira, encenou seu segundo monólogo, "Buda",
de sua autoria, e nas peças "Confissões das Mulheres de
Quarenta", texto idealizado e escrito pela atriz sob a
orientação dramatúrgica de Domingos Oliveira e colaboração das
atrizes Priscilla Rozenbaum, Dedina Bernardelli e Cacá Mourthé; com
Domingos fez também a peça "Isabel", de Aderbal
Freire-Filho, e as peças "Amores" e "Primeira Valsa",
ambas de autoria de Domingos Oliveira.








Clarice participou de vários
filmes dirigidos por Domingos, entre eles, “Amores” e
“Feminices”. Estreou no cinema sob a direção de Emiliano
Ribeiro em “A Viagem de Volta”, em 1989. De lá pra cá, fez
inúmeras participações especiais e, atualmente, 2023, está nos
filmes “As Polacas”, dir. João Jardim; e “O Medo e o Mar”,
dir. Juarez Precioso, este com estreia prevista para 2024.








No teatro, a partir do ano
2.000 trabalhou nas seguintes peças: "A Memória da Água",
de Shelagh Stephenson, sob a direção de Felipe Hirsh; "O Caso
da Rua ao Lado", de Eugène Labiche, sob a direção de Alberto
Renault; “Antônio e Cleópatra”, de Shakespeare, sob a direção
de Paulo José; “Tudo Sobre Mulheres”, de Miro Gavran, sob a
direção de Ticiana Studart, que lhe rendeu a sua segunda indicação
para o Prêmio Shell de Melhor Atriz, em 2006; “A Alma Imoral”,
sua adaptação do livro “A Alma Imoral”, de Nilton Bonder, sob a
supervisão de Amir Haddad, que estreou no Espaço Sesc-Copacabana,
em junho de 2006. “A Alma Imoral” está há 17 anos em cartaz, já
foi vista por mais de 600 mil espectadores, e por ela, Clarice
recebeu indicação para vários prêmios, entre eles os Prêmios
Eletrobrás de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Figurino;
sendo a vencedora do Premio Shell de Melhor Atriz em 2007 e do Prêmio
Qualidade Brasil de Melhor Atriz - Drama SP em 2008.








Sem interromper o espetáculo
A Alma Imoral, Clarice Niskier atuou em 2009 na peça “Maria
Stuart”, no CCBB de Brasília e do Rio de Janeiro, sob a direção
de Antonio Gilberto, ao lado de Julia Lemmertz. O que lhe rendeu uma
bonita matéria na Folha de S. Paulo sob o título: "Sem Folga,
Atriz alterna Trono e Nudez". Atuou também, em 2012 e 2014, na
peça O Lugar Escuro, de Heloisa Seixas, ao lado de Camila Amado; em
2015 estreou seu quarto monologo "A Lista", de Jenniffer
Tremblay, que lhe valeu a quarta indicação para o Prêmio Shell de
Melhor Atriz de SP.








Em 2020 estreou a peça de sua
autoria “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”, baseada
nas músicas e letras de Zeca Baleiro. E em 2021 estreou no CCBB do
Rio a peça “Coração de Campanha”, também de sua autoria, ao
lado do ator Isio Ghelman, ambas com supervisão de direção de Amir
Haddad. A peça se apresentou também nos CCBBs BH, DF e SP.








As peças “A Alma Imoral”,
“A Lista”, “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong” e
“Coração de Campanha” fazem parte do repertório da atriz desde
suas estreias.








Clarice tem ainda vários
trabalhos na TV - o mais recente foi na novela “Carinha de Anjo”
(SBT), de 2016 a 2018. Esteve em “Ciranda de Pedra”, de Alcides
Nogueira, na TV Globo, sob a direção de Denise Saraceni, em 2009; e
em 2011 fez uma participação especial na novela “Araguaia”, de
Walther Negrão, também na TV Globo, interpretando a divertida Irmã
Dulce. Clarice fez ainda uma participação especial num dos
episódios da série “Macho Man”, na TV Globo, interpretando uma
terapeuta corporal alternativa ao lado de Marisa Orth e Jorge
Fernando; e também na série “As Brasileiras”, de Daniel Filho,
ao lado do casal Malvino Salvador e Sophie Charlotte.








Clarice Niskier ministra
cursos de teatro: foi professora da extinta Faculdade da Cidade, Rio;
deu aulas para executivos da IBM (RJ e SP) e IBGE (RJ); é
frequentemente convidada para falar em eventos empresariais sobre sua
experiência como atriz e autora; escreve roteiros para eventos
corporativos, realiza leituras de roteiros adaptados para o teatro de
livros de vários autores.








Foi colaboradora da revista
Lola Magazine, da Ed. Abril, e tem vários artigos publicados na
Revista IDE, publicação da Sociedade Brasileira de Psicanálise de
São Paulo e foi colunista da Revista da Cultura, da Livraria
Cultura, SP. Tem formação em Jornalismo, na PUC do Rio de Janeiro.
Trabalhou no Jornal do Brasil por dois anos e no Jornal Repórter,
também por dois anos, enquanto cursava a Faculdade de Jornalismo.








Em publicidade, Clarice
realizou como atriz a bem-sucedida campanha “Dinorah da TVA”,
campanha publicitária de grande sucesso nos anos 90, que permaneceu
dois anos no ar em todos os canais de televisão, principalmente no
Rio, e que recebeu vários prêmios em sua categoria.








Em 2011, Clarice Niskier
dirigiu a peça "Aquela Outra", de Licia Manzo; em 2013,
codirigiu com Maitê Proença e Amir Haddad a peça “À Beira do
Abismo Me Cresceram Asas”, e mantem vários trabalhos de cooperação
com diversos atores e bailarinos que lhe convidam para supervisionar
seus espetáculos.








Atualmente, segue com a peça
A Alma Imoral”, “A Lista” (em eventos) e se preparada para
uma turnê pelo norte e nordeste do país com a peça “A Esperança
Na Caixa de Chicletes Ping Pong”. Sob a direção de Renata
Paschoal, da Forte Filmes, está em andamento o documentário “Nua
Dos Pés À Cabeça”, a ser veiculado no Canal Curta!, sobre os 40
anos de sua carreira teatral completados em 2022.













SERVIÇO:



A
Alma Imoral – 20 Anos



Data:
28 de agosto de 2026



Horário:
20h



Local:
Teatro Atheneu (Aracaju)



Valor:








Casadinha

R$210,00



Inteira

R$170,00



Ingresso
Solidário + 1KG de Alimento –

R$120,00



Meia
Entrada –

R$85,00








Vendas:
GuichêWeb



Duração:
01h40min



Classificação:
18 anos



Produção
Local:

Allcance Produções e Carambola Produções



Realização:
Niska Produções Culturais



Ingressos disponíveis em https://www.guicheweb.com.br/a-alma-imoral_52559

Local

Teatro Atheneu
Rua Vila Cristina

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